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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Lula diz que fará seu sucessor para o país não retroceder como "um caranguejo"

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender na tarde desta terça-feira a continuidade de seu governo. Ele também disse estar certo de que conseguirá fazer seu sucessor na Presidência da República.
"Nós vamos fazer a sucessão neste país para dar continuidade ao que nós estamos fazendo, porque este país não pode retroceder. Este país não pode voltar para trás como se fosse um caranguejo", disse o presidente durante inauguração de campus de uma universidade em Teófilo Otoni (MG).
A declaração do presidente veio depois dele enumerar uma série de ações de seu governo na área da educação e dizer que "não consegue resolver tudo em oito anos".
Mais cedo, Lula falou sobre as críticas que tem recebido sobre número de viagens presidenciais que tem realizado em ano de eleição. A rádios mineiras, disse que a oposição não tem discurso e por isso tenta impedir suas viagens pelo país para inaugurar obras e projetos.
"Quando um partido de oposição não tem o que propor, não tem discurso, fica difícil a situação e eles tentam impedir que o outro time jogue. [...] Vou continuar viajando até 31 de dezembro, meia-noite. E vou fazer muita força para eleger minha sucessora, para depois ir para casa desligado e não dar palpite no governo", afirmou.
O presidente reiterou ainda que as viagens nem começaram. "Vou viajar muito mais." Ele destacou suas realizações e disse que vai trabalhar para fazer sua sucessão para que os trabalhos continuem.

Entrevista com Raimundo Monteiro Presidente do PT Maranhão


Novo presidente eleito do Partido dos Trabalhadores do Maranhão, Raimundo Monteiro, toma posse no dia 12 de fevereiro. Monteiro é conhecido pela sua luta pelos direitos dos trabalhadores. Foi um dos fundadores do PT e da Central Única dos Trabalhadores. Na CUT foi diretor nacional e presidente por dois mandados da CUT/MA. Organizou o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público do Estado do Maranhão – Sintsep/MA, onde foi eleito por três mandados consecutivos. Monteiro participou ativamente da luta de outras categorias quando ajudou a fundar ou reconstruir muitos outros sindicatos, onde teve papel de destaque no processo de reconstrução do movimento sindical.
Em 2002 aceitou o desafio de ser candidato ao governo do Estado. Concorreu para garantir que a mensagem do PT estivesse presente no processo eleitoras e também para fortalecer a campanha do Presidente Lula, que precisava de candidatos próprios nos Estado para fazer ecoar a sua mensagem. Após a eleição do presidente Lula, Monteiro ocupou a superintendência do INCRA/MA, onde fez uma gestão séria e comprometida com os trabalhadores rurais, enfrentando muitos desafios e armadilhas.
Veja abaixo entrevista com Monteiro, onde ele fala das ações que colocará em prática após assumir o diretório estadual do PT no Maranhão.

Jackson Lago não garante apoio à Dilma

Do Jornal Imparcial
Apesar doos comandos nacionais do PT e do PDT já contem como certa a presença de Dilma no palanque de Jackson Lago, o ex-governador adota a cautela

Agenor Barbosa


Diferente do que afirmou o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, o apoio do ex-governador Jackson Lago (PDT) à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, ainda não está totalmente sacramentado. Em matéria publicada na edição de domingo de O IMPARCIAL, José Dutra citou o Maranhão como exemplo das adversidades regionais entre aliados do partido onde não se pode abrir mão de nenhum reforço. Ele disse que Jackson apoiará Dilma e que o PT não poderá rejeitar isso. Lago preferiu dar outros ares à declaração. “Ele [presidente do PT] se referiu à aliança nacional que o PDT, assim como outros partidos, firmaram com o Lula. Faltam discutir mais coisas a respeito disso [apoio à Dilma]”, comentou. Jackson é presidente estadual do PDT e pré-candidato ao governo do estado. Ele já recebeu carta branca da Executiva Nacional para firmar alianças, inclusive com adversários nacionais da legenda. Além disso, a Executiva já solicitou a presença de Dilma no palanque do ex-governador. Depende de Jackson decidir se a petista subirá em dois palanques no Maranhão.



segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Para Suplicy, crítica de FHC a Dilma não bate com realidade


O senador Eduardo Suplicy (PT) considerou infundadas as críticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso contra a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata à Presidência. Para ele, não bate com a realidade a declaração de FHC questionando a capacidade de liderança da ministra.
"O FHC tem o direito de dizer o que quiser. Estamos em uma democracia. Mas, com todo respeito, nesse caso ele faz uma relação que não é verdadeira", afirmou o senador, na noite desta segunda-feira em São Paulo.
De manhã, na inauguração da Biblioteca de São Paulo, FHC afirmou que Dilma não é uma líder, mas um reflexo de um líder. "O Serra já tem liderança e mostrou que faz. Na prefeitura, no Ministério da Saúde, no governo do Estado. Infelizmente, pela história da ministra Dilma, ela não teve essa oportunidade. Não estou condenando. Simplesmente estou dizendo que, para mim, Serra é competente, é um líder que inspira confiança. A outra, para mim, ainda não", afirmou.
Suplicy afirmou que Dilma é uma líder competente. "No governo, ela tem demonstrado capacidade de coordenação", disse. O senador argumenta que foi essa capacidade de Dilma que fez ele não sair pré-candidato do PT à Presidência, como em 2002 quando participou de prévia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Para o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), o ex-presidente tem todo o direito de fazer as críticas contra Dilma. "Faz parte do debate nacional. É útil que tenhamos um debate de ideias", disse o deputado. Chinaglia considera bom que FHC traga a questão de comparação entre governos.
O deputado afirma que a ministra não deve responder às provocações de FHC. "A Dilma não vai responder, assim como o [governador José] Serra não iria", afirmou o deputado.
Além dos ataques desta segunda-feira, FHC comparou Dilma a um "boneco" e disse que a ministra-candidata é "manipulada" pelo "ventríloquo" dela, o presidente Lula. A declaração foi feita no fim de semana, em um seminário organizado por prefeitos e governadores do PSDB,
Em um artigo divulgado no sábado, FHC disse que aceitava uma eleição plebiscitária, desde que as "comparações fossem sem mentiras" No texto, o tucano chama o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de "tosco", "mentiroso" e "dissimulado". "Se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer".

FHC pensa que é Deus

Lula vai ao Haiti

O presidente Lula irá ao Haiti no próximo dia 25 para anunciar um pacote de medidas do governo brasileiro para reestruturar o país, devastado pelo terremoto do dia 12 de janeiro. As ações ainda estão em fase de análise pelo gabinete de crise criado pelo presidente. Segundo o ministro Jorge Félix (Segurança Institucional) todos os projetos que serão implementados no país terão respaldo e serão priorizados pelo governo haitiano, além de ter o aval das Nações Unidas.

Investimento em educação tornará País uma potência, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste segunda-feira, 8, durante seu programa de rádio "Café com o Presidente", que os investimentos do governo na área da educação transformarão o Brasil em uma potência econômica.

Lula disse no programa que o País precisa de "uma cara nova" na área do ensino, que seria alcançada através dos investimentos do governo federal na educação. Ao citar exemplos desses investimentos, o presidente lembrou o compromisso do governo de entregar novas 214 escolas técnicas, mas admitiu que mesmo se forem inauguradas todas as escolas prometidas, será "pouco diante das necessidades que o Brasil tem de investimento na educação".

"Nós pretendemos chegar ao final do ano com mais de 500 mil jovens participando nas escolas técnicas brasileiras, e eu penso que isso vai permitir que o Brasil possa, daqui para a frente, investir ainda mais na educação para que a gente possa se transformar numa potência econômica", disse.
 
Inovação tecnológica

Ainda em seu programa de rádio, o presidente afirmou que a inauguração da primeira fábrica brasileira de chips em Porto Alegre (RS) na semana passada "marca um divisor na história de investimentos em inovação no Brasil".
 
O Centro Nacional em Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), único fabricante de chips da América Latina, recebeu um investimento de R$ 400 milhões do Ministério de Ciência e Tecnologia. No momento, produz somente chips para o rastreamento de rebanhos bovinos.

"A coisa mais extraordinária é que, em 60 dias, nós conseguimos trazer de volta para o Brasil praticamente 100 engenheiros para trabalhar nessa fábrica - pessoas que são altamente qualificadas e que estavam, por falta de oportunidades, trabalhando no exterior", acrescentou.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Dilma: FHC tem medo de comparar os governos


A ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, defendeu ontem a estratégia eleitoral de comparar as gestões do governo Lula e do governo anterior.
Ela reagiu a artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, publicado ontem em O GLOBO, em que ele afirmou que “eleições não se ganham com o retrovisor”.
— Comparar não é ficar olhando para o retrovisor. Pelo contrário. É discutir que caminho eu vou seguir. Para que lado eu vou. E por que o povo tem que discutir isso? Porque é importante saber se nós vamos fazer obras de saneamento ou não — disse Dilma, ao participar do Encontro Nacional da Juventude do PT.
Militantes saúdam ministra como “presidenta” No artigo, o ex-presidente Fernando Henrique afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “inventa inimigos” e “enuncia inverdades” e desafiou o “lulismo” a fazer comparações “sem mentir” e “sem descontextualizar”. A ministra Dilma disse não ver problemas nas comparações e ressaltou que o governo Lula é muito bem-sucedido.
— A comparação, quando se trata de a gente escolher caminhos, é sempre boa. Porque você vai discutir: “eu vou seguir aquele caminho ou vou seguir aquele outro caminho”.
Para saber qual dos caminhos seguir, eu olho e comparo — disse Dilma.
Ela citou algumas áreas de atuação do governo Lula em relação a gestões anteriores.
Lembrou que, de 1909 (governo Nilo Peçanha) até 2003, foram construídas 140 escolas técnicas, número igual ao do governo Lula, e que, segundo ele, terminará com 214 escolas técnicas. Lembrou o déficit habitacional e defendeu o subsídio para a construção de casas populares.
A ministra destacou a estabilidade econômica e citou como exemplo de comparação a reportagem do jornal O GLOBO de ontem, que revelou que pela primeira vez na História a classe C do Brasil passou a representar a maior fatia da renda nacional.
— Comparar, sim, uai. Se não comparar, fica difícil. Vamos discutir quem fez o que e quem fará o quê — disse Dilma.
Num discurso para cerca de 400 militantes da Juventude do PT, Dilma insistiu nas comparações.
Muito descontraída, chegou a gritar com os militantes palavras de ordem. Ela foi aclamada como “presidenta” pelos petistas, aos gritos de “O povo decidiu: Dilma presidente do Brasil”.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Lula e a Banda Larga para todos

GESTÃO LULA CHEGARÁ AO FIM COM 100 MIL SERVIDORES A MAIS

Quando chegar ao fim de seu segundo mandato, em dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá contratado cerca de 100 mil pessoas apenas para o Poder Executivo. É um exército de auditores, pesquisadores, analistas, advogados, professores, entre outros profissionais, que começaram a trabalhar nos diversos órgãos do governo nos últimos oito anos.

Para ter uma ideia da dimensão desse contingente, corresponde a mais de duas vezes o quadro de 45 mil funcionários da mineradora Vale, segunda maior empresa brasileira. Também é praticamente igual aos 110 mil empregos gerados por todas as montadoras de carros instaladas no Brasil.

Dados do Ministério do Planejamento mostram que, entre dezembro de 2002 e outubro de 2009, aumentou em 63.270 o número de servidores públicos civis, para 549 mil. O valor exclui aqueles que substituíram funcionários aposentados. O Orçamento autoriza a criação de mais 46.151 vagas este ano, mas o governo não costuma utilizar tudo que está previsto. Como 2010 é ano eleitoral, os concursos só ocorrem até junho.

As contratações de Lula praticamente compensaram o enxugamento feito no governo anterior e reverteram uma política de corte de funcionários públicos iniciada em 1990. Com mais folga no Orçamento, graças ao crescimento da economia e à reforma da Previdência de 2003, o Executivo tem hoje o mesmo número de servidores que em 1997.

A administração do Partido dos Trabalhadores (PT) defende "um novo papel estratégico do Estado", que seria "incompatível com uma política de corte de pessoal", conforme um informe do Ministério do Planejamento. "Estamos recuperando a capacidade do Estado de atuar", disse o secretário de gestão do ministério, Marcelo Viana Estevão de Moraes. Segundo ele, o objetivo é recompor o quadro e requalificar os servidores. Ele também explica a expansão pelo compromisso assumido com o Ministério Público de substituir trabalhadores terceirizados por concursados.

A área da educação liderou as contratações até agora, com 29.226 funcionários a mais entre dezembro de 2002 e maio de 2009 (último dado disponível por setor). É natural, porque se trata de uma áreas de maior peso na estrutura de pessoal do governo. Segundo o secretário, a política de elevar o número de vagas nas universidades também contribuiu. Entre as carreiras mais beneficiadas estão Polícia Federal, Receita Federal, Previdência Social e Advocacia-Geral da União.

Para o economista do Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada (Ipea), Marcelo Caetano, um dos maiores problemas do aumento de servidores é a "rigidez desse gasto". Graças a vantagens como garantia de emprego e aposentadoria integral, cada servidor permanece na folha de pagamentos da União por cerca de 50 anos - a diferença entre a idade média de entrada no serviço público (32 anos) e a expectativa de vida (80 anos).

348% A MAIS DE SALÁRIO

O governo Lula também promoveu um agressivo reajuste dos salários dos servidores, bem acima dos níveis da iniciativa privada. Um auditor fiscal da Receita começa a carreira hoje com salário de R$ 14,7 mil. No fim do governo Fernando Henrique, o salário final da categoria era R$ 7,3 mil. Um analista de gestão pode ganhar hoje R$ 17,3 mil e um fiscal de defesa agropecuária, R$ 14,9 mil. O reajuste mais significativo foi concedido aos pesquisadores do Inmetro: 348%, para R$ 12,3 mil.

Para o governo, os reajustes servem para atrair e reter os melhores talentos na administração pública. O especialista em contas públicas Raul Velloso avalia que a proximidade do PT com os sindicatos influencia. "Esse é um governo em que os sindicatos estão lá dentro."

Um crescimento significativo no número de servidores públicos - teoricamente mais motivados por causa dos expressivos reajustes de salários - deveria significar um atendimento melhor à população. O problema é que não existe uma maneira sistematizada de medir isso.

"Mais importante do que o contingente de servidores seria discutir a sua produtividade", disse o economista da Corretora Convenção, Fernando Montero. Ele explica que é muito complicado, porque não existe um preço para os serviços oferecidos pelo setor público, como saúde, educação ou segurança.

Para Moraes, do Planejamento, a produtividade cresceu, já que hoje o governo atende a uma população maior com o mesmo número de servidores que tinha há 12 anos. Ele também argumenta que parte da redução das famosas filas do INSS pode ser atribuída ao maior número de funcionários.

Mas a percepção da população sobre o setor público é negativa. Em pesquisa do Ibope, a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 72% da população considerou o governo Lula ótimo ou bom e elogiou a condução da economia e os programas sociais. A avaliação dos serviços prestados pelo Estado, no entanto, foi fraca: 59% desaprovam a segurança pública, 57% desaprovam o atendimento da saúde e 55% avaliam que pagam impostos demais em relação aos benefícios que recebem.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Dilma nota 100

Reeleição de Temer fortalece Dilma


O ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) disse neste sábado que reeleição do deputado Michel Temer (SP) à presidência do PMDB fortalece a aliança nacional do partido com o PT. Padilha afirmou que o PMDB é um partido "fundamental" para a governabilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por isso o PT defende que os dois caminhem juntos nas eleições presidenciais.
"Estou muito feliz com a recondução do Michel Temer como presidente do PMDB porque reforça dentro do partido a tese da aliança com a ministra Dilma", afirmou.
O ministro evitou aclamar Temer como futuro vice-presidente na chapa de Dilma, ao contrário do clima da convenção nacional do PMDB. Enquanto os peemedebistas dão como certa a indicação de Temer, Padilha disse que "ainda é cedo" para se discutir a chapa.
"Não interessa a ninguém a antecipação do debate sobre a vice nesse momento. A nova direção nacional do PT, que assume depois do carnaval, e a nova direção nacional do PMDB, que assume a partir de hoje, tem a missão fundamental de sentar todo dia se for necessário para resolver o problema das alianças nacionais", afirmou.
Os impasses regionais dificultam a aliança nacional do PT com o PMDB, especialmente em Estados como a Bahia, Minas e o Rio Grande do Sul --onde os dois partidos têm candidatos distintos aos governos estaduais. Padilha disse, porém, que vai "construir a unidade" em cada Estado.
"Já temos um compromisso nacional de estar junto no plano nacional e construir em cada estado que estejamos juntos também."
Reeleição

Lula critica política econômica de FHC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma prévia sexta-feira do discurso que será adotado pelo PT e pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para demonstrar a superioridade de seu governo sobre antecessores, mais precisamente em relação à administração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em visita ao Rio Grande do Sul, Lula negou que o sucesso de seu governo tenha se baseado apenas na manutenção da política econômica implantada pela gestão tucana. Em entrevista ao Jornal do Comércio, de Porto Alegre, o presidente afirmou que apenas a preservação das diretrizes implementadas por Fernando Henrique seriam insuficientes para que o país alcançasse os atuais índices de desenvolvimento. Lula ressaltou que “apenas com essas definições de política econômico-financeira”, o Brasil também não teria se saído “tão bem no enfrentamento da crise financeira internacional”.
– Aliás, anteriormente, mesmo exercitando esse tripé (câmbio flutuante, metas de inflação e superávit primário), diante das crises, o Brasil quebrava e tinha que recorrer ao FMI (Fundo Monetário Internacional) – ponderou Lula, não se furtando a exemplificar o que sua administração fez, então, de diferente. O presidente citou o acúmulo de reservas externas, o que permitiu, segundo Lula, “a redução da vulnerabilidade externa e uma pronta resposta à crise financeira”.
Segundo o presidente, outro aperfeiçoamento da política do antecessor ocorreu com as metas de inflação que “foram críveis e adequadas”, além de combinadas com metas de crescimento do Programa de Aceleração do Crescimento PAC.
– Isso permitiu a redução dos juros e a expansão da economia – defendeu o presidente.
Sobre a política fiscal, o presidente lembrou que, desde 2003, a determinação do governo foi combinar a realização de superávits primários, marca da gestão tucana, com transferências de renda para as famílias mais pobres, o que levou “à constituição de um mercado de consumo de massas, incluindo também metas para os investimentos públicos”. Lula destacou que a política de transferência de renda aos mais pobres beneficia hoje dois terços da população, que “nunca eram levados em conta na hora de se formular as políticas públicas”. E voltou a comparar a atuação do seu governo com a dos anteriores:
– Governos anteriores estavam voltados apenas para um terço dos brasileiros, os da faixa superior de renda, e se lixavam para o restante – criticou. De acordo com o presidente, a política de ampliação de renda das camadas mais pobres da população, além de “representar justiça social e extensão de direitos básicos, aquece o mercado consumidor e incrementa a produção nacional, ao movimentar o comércio de bens e serviços”.

Reitor da UEMA quer terceiro mandato de forma ilegal


O Reitor d UEMA, Professor José Augusto Silva Oliveira, que teve o seu primeiro mandato  após a saída do Professor Valdir Maranhão em abril de 2006, para ser candidato a Deputado Federal, e reeleito e nomeado em 2007 pelo ex Governador José Reinaldo Tavares, está fazendo consultas a todas as instâncias jurídicas para candidatar-se pela 3ª vez ao cargo de Magnífico.

Pela legislação vigente qualquer dirigente da Instituição, seja Diretor de Curso, Chefe de Departamento, Diretor de Centro e Reitor, poderão ter até dois mandatos consecutivos. 
Até o Vice Reitor Professor Gustavo Pereira da Costa pretenso candidato ao Cargo já teria sido chamado e concordado com o fato. Professores ligados ao atual Pró-Reitor de Planejamento Professor José Gomes sugeriram que caso isso ocorra entrariam com uma ação civil pública como aconteceu com Valdir Maranhão na década de 90 e o mesmo foi retirado da lista tríplice.

O Reitor durante toda a sua carreira criticava aqueles que quiseram se perpetuar no cargo, e agora quer ir pelo mesmo caminho.

Independente de quem possa ser o próximo Reitor é salutar à UEMA que a Administração seja oxigenada e todos os Diretores, Chefes de Departamentos e Reitor sejam renovados. Caso esse fato seja confirmado, a UEMA estaria repetindo a UFMA de Cabral Marques, o atual magnífico seria considerado um REI  TOR, para todo sempre amém. 
Mas independente das vontades a comunidade universitária, associações e sindicatos tem papel fundamental em impedir tal desejos Chavistas.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Estação da Sé em São Paulo na Hora da Chuva. Prova de uma incompetência Tucana

O leitor do Blog Pedro Otavio de Mello Felipe enviou uma foto da Estação da Sé em São Paulo ontem no horário da chuva. A foto é a prova da incompetência de um Governo Tucano.